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domingo, 21 de março de 2010

Dengue: opinião.

Autor: Edésio Joaquim dos Santos.
Email: edesio_funasa@hotmail.com
URL :  Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=189.99.118.145
Comentário:
Sou funasa hoje coordenando endemias no município de juazeiro/Bahia, uma cidade que no ano de 2008 só perdeu em numero de casos de dengue para capital de salvador, trabalho em dengue desde 1985, e para mim está sendo um grande desafio, no ano de 2009 só tivemos confirmado 380 casos e até agora semana 11, estamos com dois casos confirmados, período das chuvas aqui no norte é de novembro a março e não estou gostando do silencio que esta acontecendo na nossa cidade, sabemos que a densidade de mosquito é muito alto. Gostaria de agradecer o nosso prefeito por ter adiado para maio mês de inverno o carnaval que sempre acontecia uma semana antes do carnaval oficial. Obrigado.


Autor: Edésio Joaquim dos Santos
Email: edesio_funasa@hotmail.com
URL :
Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=189.99.118.145
Comentário:
As chuvas tem um período novembro a março mesmo assim não choveu, o índice que temos parcial do primeiro ciclo é de 0,8. Estamos intensificando o tratamento para que não venha acontecer o que aconteceu em 2009, já colocamos as 4.070 capas enviadas pelo governo do Estado, foram usadas em 22% dos bairros que era a parte mais critica da periferia em termos de positividade. Obrigado.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Síndrome do choque da dengue





Rev Med Liege. 2009 Nov; 64 (11) :548-51.

[Síndrome do choque da dengue]


[Artigo em francês]
Serviço de Pédiatrie, Cliniques Universitaires de Mont Godinne UCL, 5530 Yvoir.
Célia, 21 meses de idade da criança, apresentou a nossa clínica pediátrica, há alguns meses com uma febre de origem desconhecida, após uma estadia em Saint-Domingue com seus pais. Investigações complementares levaram ao diagnóstico de dengue. A condição, não muito freqüente e, portanto, não é bem conhecido nos nossos países, representa um importante problema de saúde mundo, especialmente por causa da falha global de medidas profiláticas. Se a doença é auto-limitado na maioria dos casos, a forma mais grave pode ocorrer, com a mortalidade e morbidade significativa. Atraso no diagnóstico e tratamento destes casos graves, é muitas vezes fatal.




Am J Trop Med Hyg. 2010 Jan; 82 (1) :128-35.

A epidemiologia da dengue nas Américas, nas últimas três décadas: uma realidade preocupante.



Programa Regional de Dengue, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Panamá, República do Panamá. sanmarjl@pan.ops-oms.org
Nós relatamos os padrões de epidemia de dengue na Região das Américas de 1980 a 2007. Os casos de dengue notificados à Organização Panamericana da Saúde foram analisados em três períodos: 1980-1989 (80), 1990-1999 (90) e 2000-2007 (2000-7). Dados de distribuição etária foi examinado do Brasil, Venezuela, Honduras e México. Casos aumentou ao longo do tempo: 1.033.417 (80) para 2.725.405 (90) para 4.759.007 (2000-7). As concentrações mais elevadas foram registradas no Caribe Hispânico (39,1%) na década de 80 mudando para o Cone Sul na década de 90 (55%) e 2000-7 (62,9%). De 1980 a 1987, 242 mortes foram relatadas em comparação com 1391, durante 2000-7. Os sorotipos mais freqüentemente isolados foram DENV-1 e DENV-2 (90) e DENV-2 e DENV-3 (2000-7). A maior incidência foi observada entre os adolescentes e jovens adultos, a incidência de dengue hemorrágica foi maior entre as crianças na Venezuela. Aumento da morbidade da dengue / mortalidade foi observado nas Américas nas últimas décadas.




segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bahia receberá R$ 900 mil para pesquisas de combate à dengue


04/01/2010 às 15:20
  | ATUALIZADA EM: 04/01/2010 às 21:07 | COMENTÁRIOS (3)

Bahia receberá R$ 900 mil para pesquisas de combate à dengue

A TARDE On Line
O governo baiano, juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), investirá R$ 900 mil em pesquisas científicas relacionadas ao combate à dengue. A Bahia está entre os seis estados que apresentaram aumento no número de casos. Entre janeiro e agosto de 2009, foram 101.676 registros, contra 33.541 no mesmo período de 2008. O número de casos graves (complicações e febre hemorrágica) cresceu de 240, em 2008, para 705, entre janeiro e agosto de 2009. No mesmo período, as mortes subiram de 15 para 47. Os outros estados onde cresceram as ocorrências são: Acre, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
As propostas devem ser inscritas até o dia 11, por meio do formulário eletrônico disponível no site do CNPq (acesse aqui), e abordar temas como dinâmica e infecção de controle, fisiopatogenia e preditores moleculares, genéticos e clínicos, diagnóstico, terapêutica e manejo clínico. “Mais de 100 países convivem com a epidemia da dengue. É um dos grandes desafios da saúde pública no mundo, já que não haverá vacina em curto prazo e o mosquito vem se proliferando em qualquer tipo de água, favorecido pela estrutura urbana, com depósitos de lixo a céu aberto e tanques descobertos”, observou o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla.
Promovido em parceria com os ministérios da Saúde (Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos) e Ciência e Tecnologia (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq), o edital visa a implantar uma rede inter-regional e interdisciplinar de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, como subprograma temático do Programa de Apoio aos Núcleos de Excelência (Pronex – Rede Dengue).
Foram priorizados na Bahia 45 municípios, com base em critérios como contingente populacional e risco de introdução de novos sorotipos de dengue, sobretudo em áreas fronteiriças, portuárias e turísticas. Até o final de 2010, o governo federal deve investir R$ 127 milhões na Bahia, recursos que incluem envio de inseticidas, larvicidas, veículos e equipamentos para fumacê. Também haverá supervisão do uso do teste rápido para detecção do sorotipo viral da dengue.


sábado, 26 de dezembro de 2009

Bactéria comum pode reduzir doenças transmitidas por mosquitos.

CHICAGO, EUA (AFP) - Um tipo comum de bactéria poderia ajudar a reduzir o contágio de doenças que tenham mosquitos como vetores, como a dengue e a chikungunya, ao reforçar a resistência dos próprios insetos, segundo estudo publicado nesta quinta-feira pela revista americana Cell. Os mosquitos contaminados com uma bactéria chamada wolbachia, extraída de moscas, tornaram-se mais resistentes tanto à dengue quanto à chikungunya, assim como a uma forma de malária, segundo os autores dos estudos. "Estes resultados mostram que, com a pesquisa, poderíamos obter um impacto importante na luta contra doenças", declarou o principal autor do estudo, Scott O'Neill, da Universidade de Queensland na Austrália. A dengue, uma doença contra a qual ainda não existe vacina, mata 40.000 pessoas por ano no mundo e contamina outras 50 milhões. A chikungunya, em geral, não é mortal, manifestando-se com sintomas semelhantes aos da dengue (náuseas, esgotamento). A wolbachia é uma bactéria muito comum, estando presente em 60% das espécies de insetos.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Rio Grande do Sul nunca teve um caso de dengue contraído dentro do Estado


Saúde | 24/11/2009 | 18h50min


Casos de dengue caem cerca de 70% no Rio Grande do Sul

Relatório foi divulgado pelo Ministério da Saúde

Léo Saballa Júnior | leo.saballa@rdgaucha.com.br
O número de casos de dengue caiu quase 70% no Rio Grande do Sul nos primeiros seis meses deste ano. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, em um boletim epidemiológico elaborado pelo Ministério da Saúde.

Nos primeiros seis meses deste ano, o Rio Grande do Sul registrou 221 casos, contra 710 contabilizados nos últimos meses do ano passado, uma queda de 69%. Desses, nenhum caso foi contraído dentro do Estado, mas em viagem.

O Rio Grande do Sul nunca teve um caso de dengue contraído dentro do Estado. Os Estados que mais preocupam são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Bahia, e Acre.
RÁDIO GAÚCHA

domingo, 29 de novembro de 2009

Dengue: Em Curitiba, prioridade é monitorar focos, já na Bahia não.

Bahia tem o maior número de mortes por dengue no país


Plantão | Publicada em 05/11/2009 às 10h00m
IBahia
SALVADOR - A Bahia é o estado que teve o maior número de vítimas da Dengue em 2009, segundo o Ministério da Saúde: 66 pessoas já morreram. Em Itabuna, no Sul do estado, o trabalho de combate aos focos do mosquito Aedes Aegypti não para, mas o Ministério Público alerta para o risco de uma nova epidemia na cidade. O trabalho, neste início de novembro, tem sido para apurar dados do Levantamento de Amostragem Rápida. Os 58 bairros de Itabuna vão passar por esse serviço. 20% das casas serão visitadas pelos agentes. As larvas coletadas são levadas para o laboratório do Ponto de Apoio Central da Dengue. Com microscópios, os agentes fazem a identificação do mosquito. Um problema na cidade são os canais. Um deles, no bairro de São Caetano, está cheio de mato e com muito lixo. "Temos um alto risco de termos mais mortes na cidade. Nós temos proposto mudanças neste processo. Agora, é preciso que o poder público e a comunidade façam as suas tarefas", diz o promotor de justiça Clodoaldo Anunciação. De acordo com a prefeitura de Itabuna, a limpeza nos canais já começou a ser feita. E amanhã vai ser realizado um seminário na cidade, com representantes do poder público, profissionais de saúde e da justiça para discutir as estratégias de combate à Dengue, que já matou nove pessoas na cidade este ano.

Dengue: Em Curitiba, prioridade é monitorar focos

 

 

25 DE NOVEMBRO DE 2009 • 13H12





NO LEVANTAMENTO DE ÍNDICE RÁPIDO DE INFESTAÇÃO POR

 

AEDES AEGYPTI (LIRA), DIVULGADO PELO MINISTÉRIO DA

 

SAÚDE, PARA MEDIR O RISCO DE OCORRÊNCIA DE DENGUE,

 

APENAS EM CURITIBA E FLORIANÓPOLIS A TAXA DE

 

INFESTAÇÃO PREDIAL FOI IGUAL A ZERO. A SECRETARIA DE

 

SAÚDE DE CURITIBA DIVULGOU NOTA HOJE (25) AFIRMANDO

 

QUE NA CAPITAL PARANAENSE A PRIORIDADE É MONITORAR

 

OS FOCOS. A NOTA EXPLICA QUE GRAÇAS AO TRABALHO DO

 

SETOR DE VIGILÂNCIA DO MUNICÍPIO, EM CONJUNTO COM

 

TODA A SOCIEDADE, AO CONTRÁRIO DE OUTRAS CIDADES

 

BRASILEIRAS, CURITIBA NÃO REGISTRA CASOS LOCAIS DE

 

DENGUE. NENHUM CASO AUTÓCTONE (CONTRAÍDO NO

 

MUNICÍPIO) FOI REGISTRADO NAS ESTATÍSTICAS DA

 

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ATÉ O MOMENTO. O

 

PROGRAMA MUNICIPAL DE COMBATE À DENGUE, QUE ATUA

 

INCLUSIVE NO INVERNO, FASE MENOS PROPÍCIA À

 

PROLIFERAÇÃO DO AEDES AEGYPTI CONTABILIZA 157 CASOS

 

NOTIFICADOS DE SUSPEITA DA DOENÇA ESTE ANO, MAS

 

APENAS SEIS FORAM CONFIRMADOS, TODOS IMPORTADOS. 


OS LOCAIS DE CONTÁGIO FORAM BAHIA, ESPÍRITO  SANTO, MATO GROSSO, MATO GROSSO DO SUL E PARÁ. 

O MINISTÉRIO DA SAÚDE CONSIDERA SATISFATÓRIO O

 

CONTROLE DO MOSQUITO VETOR DA DENGUE EM CIDADES

 

COM ÍNDICE INFERIOR A 1% O QUE EM 2009 OCORREU

 

SOMENTE COM 39% DAS 163 CIDADES INCLUÍDAS NA PESQUISA.

 

AS DEMAIS, QUE FICARAM ACIMA DE 1%, SÃO CONSIDERADAS

 

NAS CATEGORIAS RISCO DE SURTO, ALERTA OU SURTO.

 

Terça-feira, Novembro 24, 2009



Itabuna é campeã de infestação no Brasil.

 

 

Depois de ter o maior índice de infestação do mosquito Aedes Aegypt em 2007 e 2008, Itabuna volta a ser a pior do Brasil em focos do inseto transmissor da dengue, com 10,7%. Dos 10 municípios brasileiros que podem sofrer uma epidemia de dengue neste ano, por ter índice acima de 4%, os três primeiros estão na Bahia. Além de Itabuna, Ilhéus (4,7%) e Camaçari (4,4%) podem ter epidemia. Outras 102 cidades brasileiras estão em situação de alerta por registrar indices de infestação entre 2% e 4%. Os dados são do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) 2009. Ele foi divulgado nesta terça-feira pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que avaliou 157 municípios. Ele destacou que 63,9% dos criadouros no Nordeste são gerados por caixas d'água, tambores, e poços descobertos.

5:02 PM   | 

Sábado, Novembro 14, 2009



MP exige fim dos focos de dengue

 

O Ministério Público estabeleceu prazo de 15 dias para que Itabuna apresente um plano emergencial de extinção dos focos do vetor da dengue. A Secretaria de Saúde deve informar o roteiro dos bairros visitados e os agentes escalados para o trabalho de campo. Também precisa indicar os recursos utilizados e os resultados obtidos, enviar mensalmente para o MP relatório contendo os índices de infestação predial dos bairros, fazer a coleta regular de lixo, a limpeza urbana, dos canais de micro e macro drenagem. Os promotores recomendam que o município utilize a autorização judicial para entrar nas casas em que seus proprietários não colaborarem com a ação de combate à dengue. O documento enviado ao Secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, foi assinado pelos promotores de Justiça Clodoaldo Anunciação, Thiara Rusciolelli Bezerra, Renata Dacach Assis, Allan Góis e Thaiana Rusciolelli Souza. Os promotores lembram que o município tem índice de infestação de 10,9%, quase onze vezes mais que o percentual recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que é de 1%. Mais detalhes na edição deste final de semana de A Região.

1:12 AM   | 

 

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

MP faz alerta de epidemia de dengue

Preocupados com fatores que indicam que Itabuna corre sério risco de viver uma nova epidemia de dengue no final deste ano e início de 2010, cinco promotores de Itabuna emitiram uma recomendação ao prefeito e secretários municipais. Eles querem a intensificação das ações preventivas necessárias ao combate à dengue. Para garantir a saúde da população e combater o mosquito transmissor da doença, os promotores defendem o uso do poder de polícia. Clodoaldo Anunciação, Thiara Rusciolelli Bezerra, Renata Dacach Assis, Allan Góis e Thaiana Rusciolelli Souza sugerem que as equipes devem entrar em todos os imóveis, com ou sem anuência do proprietário, apenas evitando o hora?io entre 18h e 6h. Dados do boletim epidemiológico da dengue, emitido no dia 9, indicam que a infestação predial na cidade é de quase 11%, quando o tolerável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é menos de 1%. Por isso o Ministério Público deu prazo de 15 dias para que o Município apresente um plano emergencial de extinção dos focos, com o roteiro dos bairros visitados, os agentes escalados, os recursos utilizados e os resultados obtidos. Além disso, deve ser enviado mensalmente para o MP um relatório contendo os índices de infestação predial dos bairros. A coleta de lixo, a limpeza urbana e dos micro e macro canais deve ser intensificadas. Além disso, a prefeitura deve promover uma campanha de conscientização social e mobilização comunitária e integrar as ações de combate à dengue com a mobilização do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e dos Profissionais de Saúde da Família. Deve ainda equipar os postos com cadeiras de hidratação, paracetamol e insumos indispensáveis ao atendimento, para diminuir a mortalidade causada pela forma hemorrágica da doença. Os promotores alertam que a omissão dos gestores públicos no combate eficiente à doença, com agravamento da saúde pública e a morte de pacientes pode se configurar em ato de improbidade administrativa e ilícito penal.

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

MP faz alerta de epidemia de dengue

Preocupados com fatores que indicam que Itabuna corre sério risco de viver uma nova epidemia de dengue no final deste ano e início de 2010, cinco promotores de Itabuna emitiram uma recomendação ao prefeito e secretários municipais. Eles querem a intensificação das ações preventivas necessárias ao combate à dengue. Para garantir a saúde da população e combater o mosquito transmissor da doença, os promotores defendem o uso do poder de polícia. Clodoaldo Anunciação, Thiara Rusciolelli Bezerra, Renata Dacach Assis, Allan Góis e Thaiana Rusciolelli Souza sugerem que as equipes devem entrar em todos os imóveis, com ou sem anuência do proprietário, apenas evitando o hora?io entre 18h e 6h. Dados do boletim epidemiológico da dengue, emitido no dia 9, indicam que a infestação predial na cidade é de quase 11%, quando o tolerável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é menos de 1%. Por isso o Ministério Público deu prazo de 15 dias para que o Município apresente um plano emergencial de extinção dos focos, com o roteiro dos bairros visitados, os agentes escalados, os recursos utilizados e os resultados obtidos. Além disso, deve ser enviado mensalmente para o MP um relatório contendo os índices de infestação predial dos bairros. A coleta de lixo, a limpeza urbana e dos micro e macro canais deve ser intensificadas. Além disso, a prefeitura deve promover uma campanha de conscientização social e mobilização comunitária e integrar as ações de combate à dengue com a mobilização do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e dos Profissionais de Saúde da Família. Deve ainda equipar os postos com cadeiras de hidratação, paracetamol e insumos indispensáveis ao atendimento, para diminuir a mortalidade causada pela forma hemorrágica da doença. Os promotores alertam que a omissão dos gestores públicos no combate eficiente à doença, com agravamento da saúde pública e a morte de pacientes pode se configurar em ato de improbidade administrativa e ilícito penal.