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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dengue to fora.


29/10/2009 às 12:30
| ATUALIZADA EM: 29/10/2009 às 12:31 | COMENTÁRIO (0)

Cresce índice de infestação de Aedes Aegypti em Salvador

A TARDE On Line

O Índice de Infestação Predial de Salvador aumentou para 2,6%, após três levantamentos indicativos de baixa. Os números foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta quinta-feira, 29.

Na última pesquisa, divulgada em agosto, o índice era de 2,2%. Mas o aumento apresentado no 5º Levantamento de Índice Rápido para o Aedes Aegypti (LIRAa) já era previsto, por conta da época do ano, em que a temperatura mais elevada favorece a proliferação do aedes aegypti.

Houve redução na infestação apenas em dois distritos sanitários: Centro Histórico (de 1,3% para 0,8%) e Brotas (de 1,7% para 1,5%). A região com maior índice continua sendo o subúrbio ferroviário, com 4%. Os locais com mais focos de mosquito continuam sendo tanques e tonéis.

Números - Foram registrados 6.867 casos de dengue em Salvador até 21 de outubro, data do último levantamento, serndo 1.813 do tipo clássico, 53 com febre hemorrágica e cinco mortes, sendo que uma ainda não foi confirmada, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.



Dengue to fora.





Os estados do Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso apresentaram aumento no número de casos. O Acre teve aumento de 850% no número de notificações, pulando de 2.141, até agosto de 2008, para 18.106 no mesmo período deste ano.


Temporão fez uma crítica aos estados que tiveram aumento de registros da doença. “Poderíamos ter alcançado um resultado melhor se os estados [que apresentaram acréscimo de casos] tivessem tido um desempenho melhor. Esperamos um desempenho mais homogêneo para 2010”

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

SUS:


Cartões SUS pelo país:


3,5 milhões - É o número de cartões registrados em Salvador, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

500 mil - cadastros a mais do que o número de habitantes da capital baiana

700 mil - Segundo estimativa da SMS, é o número de pessoas que moram no interior do estado e emitiram o cartão do SUS registrando-se em algum endereço de Salvador, normalmente de parentes

130 milhões - É o número de cartões emitidos em todo o país. O Ministério da Saúde estima que 70% da população brasileira (140 milhões de pessoas) tenha o SUS como único meio de acesso a serviços de saúde

Médico alerta que viagens podem prejudicar paciente
O presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia, José Cayres, diz que as viagens do interior para a capital podem piorar a saúde do paciente. “O estresse da viagem, que muitas vezes acontece sem o aporte necessário, acaba agravando o quadro. O pior é que muitos vêm sem o menor critério clínico, pois falta estrutura nas cidades”, afirma.

Ministério estima que 70% do país dependam do SUS
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em todo o Brasil há 130 milhões de pessoas inscritas com cartão do SUS emitido em seus nomes. A estimativa é de que 90 milhões desses cadastros sejam válidos e efetivos. Os outros 40 milhões ainda precisam passar por uma checagem de dados para serem validados.

Estima- se que entre 5% e 10% dos 40 milhões restantes são de nomes duplicados. O ministério destacou que cerca de 140 milhões de pessoas (aproximadamente 70% da população brasileira) têm o SUS como único meio de acesso aos serviços de saúde. Para se cadastrar para obter o cartão do SUS, é preciso fazer um cadastro na unidade básica de saúde mais perto da sua casa. Para isto, é só apresentar um documento de identidade e um comprovante de residência.

(Notícia publicada na edição impressa do dia 26/10/2009 do CORREIO).


A solução para o SUS e muito simples: uma unica medida resolveria tudo!


Tornar obrigatório que os membros dos 03 poderes (executivo, legislativo e judiciário), sejam atendidos unicamente pelo SUS. caso queiram outro tipo de atendimento médico deveriam ter de entregar seus cargos.

Educação x Analfabetismo.




BRASIL AINDA TEM ALTO NÚMERO DE ANALFABETOS: Embora o Brasil registre melhora nos índices, os patamares estão longe dos de países ricos. E o problema não é apenas o estoque de pessoas mais velhas que não aprenderam a ler -12,4% entre os com mais de 25 anos. Entre crianças com nove anos e que estão na escola, o índice de analfabetismo absoluto é de 7%. O analfabetismo é exclusivo de famílias com renda de até 2 salários mínimos per capita e ocorre muito mais no Nordeste (15%) que no Sul (2%). Sem educação, sem comida (alimentação) e impossível haver saúde.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dengue to fora.


Segunda , 07 de Setembro de 2009Página Inicial | Indique este Site
Saúde

A dengue avança
Marco Aurélio Martins / A
Vasos, baldes e latas em terrenos baudios são um


Um novo caso de dengue hemorrágica foi diagnosticado em Salvador. Gabriel Medeiros Mercuri, de 6 anos, está internado no Hospital Aliança desde o sábado passado, 19, quando deu entrada com febre alta, manchas vermelhas e dores musculares. Mesmo apresentando melhoras na terça-feira, 22, na quarta, 23, Gabriel sofreu hemorragia na pleura e no coração e teve de ser conduzido à UTI pediátrica. Segundo a mãe, Creuza Medeiros Mercuri, o garoto está reagindo bem ao tratamento, e a expectativa é que deixe em breve a unidade de terapia intensiva.

Apesar do tempo de observação, a suspeita, de acordo com Creuza, só foi confirmada na quinta-feira passada, 24. O popular teste do laço – que descartou inicialmente o tipo hemorrágico – e o fato de Gabriel nunca ter contraído dengue dificultaram um diagnóstico inicial. Com atuais 48 mil plaquetas no sangue – o normal para uma criança nessa idade é cerca de 150 mil –, o garoto passou por recente exame sorológico, que detectará o tipo do vírus infectado.

“Ele está bem, hoje brincou, viu televisão e está mais disposto. Mas ainda se queixa do abdome, bastante dolorido por conta da hemorragia, e nós mal conseguimos pegar ele no colo, pois as dores são insuportáveis”, disse. Alérgico a alguns medicamentos, Gabriel também sofre de asma – detalhes decisivos para a família procurar imediatamente a emergência ao surgimento dos primeiros sintomas. O Hospital Aliança, sob a justificativa de que as informações sobre os pacientes só podem ser dadas por seus familiares, não emitiu boletim médico.

MEDO – Moradora do Largo 2 de Julho, a estudante de enfermagem, de 40 anos, teme pela saúde da outra filha, de um ano e sete meses. “Atrás de onde moramos há um terreno baldio, a residência ao lado é abandonada. Em casa, não há água acumulada, temos cuidado inclusive de usar repelentes, mas nada adianta se houver focos do mosquito na vizinhança”, diz, acompanhada do pai de Gabriel, o eletrotécnico Luiz Alberto Mercuri Neto.

Salvador teve na terça-feira, 22, sua primeira vítima de dengue hemorrágica em 2008. Daniela Pereira dos Santos, de 9 anos, morreu depois de ser internada na UTI do Hospital da Cidade, no bairro da Caixa d’Água. O diagnóstico só veio na terceira vez em que a menina deu entrada na emergência da unidade – da primeira, o pai foi informado de que ela estaria com virose e recomendado a retornar com Daniela para casa.

A Bahia já registrou desde janeiro 15.968 casos de dengue, dos quais 22 são da forma hemorrágica. Uma estatística da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador chama a atenção para o perfil da incidência: 90% das infestações ocorrem em casas de um ou dois andares, onde vasos de plantas e garrafas vazias servem de criadouro do mosquito Aedes aegypti. Casos no Rio de Janeiro, entretanto, já comprovaram que o inseto pode alcançar apartamentos altos.

No Largo 2 de Julho, onde Gabriel contraiu o tipo mais perigoso da dengue, as possibilidades de o mosquito Aedes aegypti se reproduzir são variadas. Há poucos metros de sua residência, um terreno desmatado é depósito de garrafas e recipientes de plástico vazios, onde a água se acumula após a chuva. Com aberturas da largura de um palmo, um reservatório abandonado indica outra provável morada do inseto.

“O agente de saúde só veio aqui quando a família (de Gabriel) chamou, depois de o menino adoecer”, explica a estudante Priscila Gabriela Santos, de 23 anos, apontando para o terreno. Da janela do sobrado que divide com a tia, é possível notar onde mora a falta de informação. Calhas de madeira, entulhos acumulados e vasos de plantas – um na sua própria janela – facilitam a propagação da doença.

Morador da mesma rua, o flanelinha Paulo César Oliveira, de 33 anos, se recupera da doença, manifestada há 15 dias. “Não foi a hemorrágica, mas de qualquer forma preocupa. Até hoje eu não me recuperei”, diz. Creuza Borges Mercuri, mãe de Gabriel, explica como “a situação de abandono do 2 de Julho” facilita a incidência. Para ela, “o excesso de lixo amontoado nas ruas facilita o aparecimento desta e de outras doenças”.

Texto: Emanuella Sombra, do A Tarde / Postado em 26/04/2008 ás 11:54



domingo, 19 de julho de 2009

CIRCULAÇÃO DO VÍRUS DA DENGUE








SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL


14 de julho de 2009

LACEN/BAHIA PARTICIPA DE PROJETO SOBRE CIRCULAÇÃO DO VÍRUS DA DENGUE: A Secretaria da Saúde do Estado, através do Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen/Bahia), está participando do projeto intitulado "Avaliação de impacto de armadilhas letais sobre a circulação do vírus da dengue". O projeto, iniciado esta semana, com duração prevista de 15 meses, visa avaliar o impacto entomológico e epidemiológico das armadilhas "MosquiTRAP- Letal" e "BG-Sentinel" na redução da transmissão do vírus da dengue em bairros de Salvador. O projeto tem apoio científico e operacional, além do Lacen/Bahia, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBa, Laboratório de Culicídeos e Departamento de Parasitologia da Universidade Federal da Minas Gerais (UFMG) e Centro de Zoonoses de Salvador, com a coordenação dos professores Glória Teixeira, do ISC, e Álvaro Eiras, da UFMG. "O trabalho representa mais um passo do Lacen/Bahia na ampliação e consolidação de parcerias, envolvendo serviços, ensino e pesquisa, necessárias para a promoção e qualificação das ações de saúde pública", revela Rosane Will, diretora do laboratório. No Lacen/Bahia, estão envolvidos no projeto os laboratórios de Entomologia, com a competência de realizar a identificação dos mosquitos capturados pelas armadilhas; quantificar a população de Aedes aegypti apreendida; ministrar aulas de identificação de culicídeos para a equipe de campo e promover a revisão de amostras para controle de qualidade, e o laboratório de virologia, com a competência de realizar testes (IgG Elisa e IgM Elisa) em 100% das crianças menores de 15 anos de idade residentes nos domicílios de intervenção, onde foram colocadas as armadilhas. A.G. Mtb 696/BA - Lacen/projeto.

Stela uma querreira.Jequié vai a luta contra a Dengue.








SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL


14 de julho de 2009

JEQUIÉ PROMOVE "DIA D" CONTRA A DENGUE

O dia 24 de julho vai ser especial no município de Jequié. Preocupada com os índices de infestação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, a Secretaria Municipal de Saúde promove o Dia Municipal de Combate à Dengue - Dia D. O evento, que conta com o apoio da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), faz parte do Projeto Municipal de Comunicação, Mobilização Social e Ações para o Combate à Dengue. A Sesab vai enviar folderes, cartazes, faixas e "jingle" com o "Forró da dengue", para reforçar as ações. De acordo com a secretária municipal de Saúde, Stela Souza, a campanha de mobilização tem sido desenvolvida por meio de reuniões com a sociedade civil organizada, entrevistas em rádios e jornais da região, distribuição de CD, outdoors, panfletos, adesivos, "praguinhas" e outros materiais de divulgação do projeto. O propósito é mobilizar não só os habitantes da cidade de Jequié, mas também dos distritos. O projeto de comunicação e mobilização está na internet, e pode ser acessado no site oficial da prefeitura, o http://www.jequie.ba.gov.br, ou no site http://www.prefeituradejequie.com.br/dengue2009/index.html. O link da campanha está nos blogs do município também. B.F. - DRT/Ba 1158 – Ascom- Sesab - com informações da SMS de Jequié - 14/julho/2009.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Hipótese diagnostica:






Pacientes de idades diferentes, sexos diferentes, mas com hipertemia ha 03 dias, colica abdominal e ascite.